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Auxílio Emergencial 2021: Caixa libera saques e transferências a nascidos em junho

O ministro acredita que será possível encerrar o auxílio em setembro.

Auxílio Emergencial 2021: Caixa libera saques e transferências a nascidos em junho
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A Caixa Econômica Federal (Caixa) libera nesta quarta-feira (9) os saques e transferências da segunda parcela do Auxílio Emergencial aos beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em junho, que receberam a parcela em poupança social digital no dia 22 de maio.

O pagamento da segunda parcela do auxílio para este público terminou em 30 de maio. Para quem faz parte do Bolsa Família, os pagamentos foram até 31 de maio.

Os pagamentos da terceira parcela do benefício começam em 17 de junho para o público do Bolsa Família, e em 20 de junho para os demais beneficiários.

Veja quem pode sacar a partir desta quarta:

  • trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em junho

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (8) que o governo prevê gastar R$ 11 bilhões fora do teto de gastos com a nova etapa do auxílio emergencial. O teto é o mecanismo que limita o crescimento das despesas do governo à variação da inflação.

Pelo cronograma inicial, o benefício acaba em julho. Na manhã desta terça, o ministro já havia afirmado que o governo vai renovar o auxílio emergencial por mais "dois ou três" meses, mas não tinha falado sobre o custo.

Segundo Paulo Guedes, cada mês de auxílio emergencial custa R$ 9 bilhões aos cofres públicos neste ano. A renovação do benefício por mais dois meses custaria R$ 18 bilhões, mas R$ 7 bilhões já estão disponíveis por conta de uma "sobra orçamentária" da última edição do auxílio.

Com isso, será necessário abrir crédito extraordinário (emissão de dívida) de R$ 11 bilhões para completar o pagamento da nova rodada, considerando o pagamento de duas parcelas adicionais. Despesas pagas via crédito extraordinário ficam fora do teto de gastos, mas aumentam o endividamento do país.

O ministro acredita que será possível encerrar o auxílio em setembro – mês em que, segundo Guedes, a população adulta estará vacinada e poderá voltar ao trabalho de forma segura.

FONTE/CRÉDITOS: G1 e Agência Brasil.

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