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Ministério da Saúde inclui pessoas com doenças crônicas neurológicas no grupo prioritário da vacina contra a Covid-19

Além disso, as novas recomendações para a vacinação de grávidas e puérperas também foram incluídas no documento.

Ministério da Saúde inclui pessoas com doenças crônicas neurológicas no grupo prioritário da vacina contra a Covid-19
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O Ministério da Saúde incluiu nesta quinta-feira (20) as pessoas com doenças crônicas neurológicas no público-alvo da vacina contra a Covid-19. Com a medida, o grupo prioritário passa a ter, no total, 78.470.700 pessoas incluídas

A partir de agora, estão também no público-alvo do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO):

  • portadores de doenças cerebrovascular (acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, ataque isquêmico transitório e demência vascular)
  • de doenças neurológicas crônicas que impactem na função respiratória
  • de doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular
  • e indivíduos com deficiência neurológica grave, paralisia cerebral, esclerose múltipla, ou condições similares

Além disso, as novas recomendações para a vacinação de grávidas e puérperas também foram incluídas no documento - a mudança foi divulgada no final de abril, mas oficializada no PNO nesta quinta-feira. O governo federal recomenda que sejam vacinadas apenas as gestantes com comorbidades, e com os imunizantes Coronavac/Butantan ou Pfizer/BioNTech. A vacina da AstraZeneca/Oxford está suspensa para esse público.

As gestantes ou puérperas que já foram vacinadas com a primeira dose e não tem comorbidades deverão esperar o fim da gravidez ou, no segundo caso, os 45 dias após o parto.

O governo listou as seguintes orientações para vacinação de gestantes e puérperas:

  • Documentos: gestante com comorbidade deverá comprovar a condição de risco (comorbidade), conforme recomendações do PNO (exames, receitas, relatório médico, prescrição médica etc. Adicionalmente, poderão ser utilizados os cadastros já existentes dentro das Unidades de Saúde).
  • Período da gestação: "A vacinação poderá ocorrer independentemente da idade gestacional e o teste de gravidez não deve ser um pré-requisito para a administração das vacinas nas mulheres".
  • Aleitamento: No caso da puérpera, ao ser vacinada, na condição de lactante deverá ser orientada a não interromper o aleitamento materno.
  • Sem escolha de vacina: A vacinação poderá ser realizada com qualquer vacina de plataforma de vírus inativado, vetor viral ou mRNA, respeitando os intervalos entre as doses recomendados pelo PNI.
  • Intervalo entre vacinas: Deverá ser respeitado o intervalo de no mínimo 14 dias entre a administração da vacina Influenza e/ou outra vacina do calendário de vacinação da gestante/puérpera e a administração da vacina Covid-19.
FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil.

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