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Saúde

Governo decide só vacinar grávidas com comorbidades, veta AstraZeneca e libera uso da CoronaVac e Pfizer

O Estado do Paraná também seguiu a orientação da Anvisa e suspende vacinação de gestantes com Astrazeneca.

Governo decide só vacinar grávidas com comorbidades, veta AstraZeneca e libera uso da CoronaVac e Pfizer
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O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (11) que a vacinação de grávidas e de puérperas no Brasil contra a Covid-19 será restrita somente às mulheres com comorbidades (doenças pré-existentes) e elas devem receber apenas as vacinas CoronaVac e Pfizer.

A determinação vale até que sejam concluídas as análises de um caso raro de morte de uma gestante de 35 anos por causa de um acidente vascular cerebral hemorrágico (AVC) que pode ter ligação com o uso da vacina AstraZeneca.

O óbito ainda está em investigação e, segundo o governo federal, ainda não está comprovado que a vacinação tenha causado a complicação na gestante.

Antes dessa determinação, em 26 de abril, o ministério decidiu incluir todas as grávidas e puérperas (mulheres no período pós-parto) no grupo prioritário para receber a vacina contra a Covid-19. Em 15 de março, o governo já tinha incluído as gestantes com comorbidades.

Nesta tarde, durante apresentação do Ministério da Saúde, o chefe do laboratório de imunologia do Incor e consultor do Programa Nacional de Vacinação, Jorge Kalil, disse que ainda não está confirmada a relação do caso com a vacina e que os eventos adversos deste tipo são raros.

O Paraná segue a orientação da Anvisa e suspende vacinação de gestantes com Astrazeneca. A secretaria de Estado da Saúde do Paraná emitiu nota pública no início da noite desta terça (11) orientando que os municípios suspendam temporariamente a vacinação da Astrazeneca/Fiocruz para as gestantes, conforme recente posicionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até novo entendimento. "A Sesa ressalta ainda que a bula do imunizante deve ser seguida, specialmente com a devida avaliação e acompanhamento médico. Para as gestantes que já foram vacinadas, é importante que os serviços de saúde monitorem qualquer reação adversa", diz a nota da Sesa.

FONTE/CRÉDITOS: G1 e Bem Paraná.

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